Cuidados da terceira idade

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Como vencer a resistência à necessidade de cuidados?

Cuidar dos idosos pode ser um desafio — especialmente se um ente querido não quer ajuda. Entenda por que a resistência ao cuidado pode se desenvolver e descubra algumas estratégias para incentivar a cooperação.

O que causa resistência ao cuidado?

Se o seu ente querido está precisando de cuidados, ele ou ela provavelmente está lidando com alguma perda – perda física, perda mental ou emocional (perda do cônjuge, por exemplo). Em outros casos, seu ente querido pode ser teimoso, ter problemas de saúde mental ou simplesmente pensar que é um sinal de fraqueza aceitar ajuda. 

Aceitar ajuda pode significar abrir mão da privacidade e se adaptar a novas rotinas. Como resultado, ela ou ele pode se sentir assustado e vulnerável, irritado por precisar de ajuda, ou culpado pela ideia de se tornar um fardo para a família e amigos. 

A resistência pode estar ligada à preocupação com o custo de certos tipos de cuidados. A perda de memória também pode dificultar para o seu ente querido entender por que ele ou ela precisa de ajuda.

Qual é a melhor maneira de abordar o assunto?

Se é você quem está começando a conversa e suspeita que seu ente querido será resistente ao cuidado — seja da família, de outros contatos próximos ou de um serviço — considere essas 5 dicas:

1. Entenda qual ajuda é necessária. Faça uma avaliação honesta de que tipo de ajuda seu ente querido precisa e quais serviços podem funcionar melhor.

2. Escolha um momento em que você, ele ou ela estejam relaxados. Isso tornará mais fácil ouvir e ser ouvido e falarem tranquilamente sobre o tema. Se o seu ente querido tem dificuldade de compreensão, simplifique suas explicações e as decisões que você espera que ele ou ela tolerem.

3. Pergunte sobre as suas preferências. Seu ente querido se sente mais à vontade com algum membro da família? Ou está aberto a ouvir sobre prestação de serviços de cuidados? Embora você possa não ser capaz de atender a todos os desejos, é importante levá-los em consideração. 

4. Liste os membros da família que podem ajudar. Família e amigos podem ajudá-lo a persuadir seu ente querido a aceitar ajuda.

5. Não desista. Se o seu ente querido não quiser discutir o assunto na primeira vez em que o abordar, tente novamente em outro momento.

Quais são as estratégias mais eficazes para vencer a resistência ao cuidado?

Para incentivar a cooperação, você pode:

Sugerir um teste. Não peça ao seu ente querido para tomar uma decisão final sobre o tipo de cuidado que ele ou ela receberá imediatamente. Uma experiência-teste criará a condição para perceber como é receber esse tipo de cuidado e sentir os benefícios da assistência.

Descrever o cuidado de forma positiva. Refira-se ao cuidado como algo que seu ente querido gostará. Fale sobre o provedor de cuidados domiciliares como um novo amigo. Você também pode se referir ao cuidado de idosos como um clube, ou se referir ao seu ente querido como voluntário ou ajudante em lar de repouso.

Explicar as suas próprias necessidades. Considere pedir ao seu ente querido que aceite o cuidado para tornar a sua vida um pouco mais fácil. Caso ele ou ela resista aos cuidados por preocupação com o custo, compartilhe informações que possam ajudar a aliviar suas preocupações, como por exemplo, o serviço de cuidado estar coberto pelo plano de saúde ou outros fundos.

O que mais pode ser feito?

Se seu ente querido continuar a resistir ao cuidado e estiver se colocando em perigo, considere a ajuda de um profissional. Uma conversa sobre a necessidade de cuidados pode ser iniciada pelo médico assistente. É possível que ela ou ele esteja mais disposto a ouvir os conselhos de um médico, advogado ou gerente de cuidados sobre a importância de receber cuidados.

A resistência ao cuidado é um desafio que muitos cuidadores enfrentam. Escolha suas batalhas. Faça o seu melhor para entender o ponto de vista do seu ente querido, e se concentre no quadro geral. Evite discutir sobre questões menores relacionadas ao seu cuidado.

Tenha em mente que essas estratégias podem não ser apropriadas ao lidar com um ente querido que tenha demência.

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